O aguardado filme biográfico sobre Freddie Mercury tem finalmente uma data de lançamento. O projecto esteve quatro anos em produção com vários actores a lutarem pelo papel principal – até à chegada de Rami Malek, que assumiu o desafio de interpretar o ícone dos Queen. Mas a espera pela longa metragem está a chegar ao fim. De acordo com o guitarrista Brian May, os fãs poderão ver o filme em 2018. “O filme sobre Freddie está a chegar… mais cedo do que vocês podem imaginar, no ano que vem”, disse ao Daily Star. Bem, não tão cedo assim, mas já é alguma coisa, não é verdade? Os Queen em parceria com Adam Lambert vão estar tournée pela América do Norte, sendo cada vez real o cenário de uma tour pela Europa depois das datas americanas. fonte: Super FM



(este artigo foi originalmente publicado na revistra Classic Rock)


Lançado em 1977, “News Of The World” foi o album dos Queen mais virado para o rock puro em anos – e uma resposta cheia de estilo à explosão do punk. Taylor Hawkins, baterista dos Foo Fighters, partilha a sua opinião sobre um dos seus álbuns preferidos. Taylor Hawkins: Eu ouvia a “We Are The Champions” e a “We Will Rock You” muitas vezes na radio, quando tinha seis anos. Não sei porquê, mas naquela idade pensava que a “We Will Rock You” era estranha. Anos mais tarde ouvi o álbum por inteiro, quando o irmão de um amigo meu o meteu a tocar e adorei. O que eu adoro no “News Of The World” é que é negro – muito negro. Não só nas letras, mas musicalmente. O som da bateria do Roger Taylor é muito negro e alguns dos solos do Brian May, têm uma certa atitude, que talvez não teriam nos dois álbuns anteriores. Para mim, era a banda a voltar ao estilo que tinham no princípio, com um som mais cru. A diferença é que desde aquela altura, eles tinham-se tornado em compositores muito bons. Por isso, foi o melhor de dois mundos – um álbum com um som de concerto, combinado com músicas excelentemente construídas. Eu acredito genuinamente, que o “News Of The World” foi a reacção da banda ao punk. O álbum tem uma abordagem muito básica, embora as harmonias vocais sejam óbvias. Ouçam uma música como a “It’s Late”. Soa como a banda se tivesse juntado no estúdio e tocasse a música ao vivo. E foi o que eu realmente acho que aconteceu. O mesmo é verdade com a “Sheer Heart Attack”. A música já tinha uns anos, quando apareceu neste álbum, mas quando a ouvimos, parece que os Queen estavam a dizer à malta do punk: “ Podemos ser tão crus e ter uma atitude igual à vossa!” Há alturas em que os Queen soam como os Faces ou James Gang; não há adornos, é rock’n’roll puro e duro. “Fight From The Inside”, “Who Needs You” e “Spread Your Wings” encaixam bem nesta abordagem. E eu adoro a capa com tudo o que tem de ficção científica. Foi ideia do Roger e parece que captura a escuridão de que eu falava há pouco. Dá ao “News Of The World” uma sensação de mistério. Eu não sei porque não é considerado um álbum verdadeiro clássico – um dos melhores álbuns dos Queen. Para mim, certamente que é. Mas talvez estejamos tão habituados à “We Will Rock You” e à “We Are The Champions”, que as tomamos como garantidas. "É o meu álbum preferido dos Queen, de princípio a fim" Não é apenas Taylor Hawkins que pensa que o sexto álbum dos Queen, é o seu melhor. Slash: Os Queen sempre foram génios loucos. Eles escreveram muitas músicas que eu não gostava, porque eram demasiado orquestradas. Mas quando eles iam ao fundo e faziam algo cru e duro, eles faziam-no melhor que ninguém. “News Of The World” tem a “Fight From The Inside”, uma das minhas músicas preferidas dos Queen, tendo também a “Get Down Make Love” que é brilhante. Este é o meu álbum preferido dos Queen, de princípio a fim.


Brian May, afirmou através do sua conta oficial no Twitter que será lançado o "Queen Monopoly", o jogo de tabuleiro foi criado há mais de um ano, tendo como ideia central levar os fãs a uma viagem pela história da banda. "Estou animado, foi óptimo trabalhar nele." (...) foi como fazer um álbum! Fizemos mudanças estéticas e estratégicas no jogo, que combinam com o tema." Em vez de se tornar um magnata "imbecil", o Queen Monopoly desafia os fãs a construírem a carreira da banda desde o início, evitando os "perigos" reais do mundo do rock como "impostos, prisão e falência". Os jogadores também são desafiados a "comprar locais de espectáculos", de acordo com a descrição do jogo. E, é claro, os "peões" do jogo foram renovados para se adequarem a temas relacionados com a banda. Tenta adivinhar o que cada um representa, olhando para a imagem divulgada no Instagram de Brian May.