Lívia Barros participa e encanta no "The Voice Kids" - Joel Balsinha


Lívia Barros, a concorrente do The Voice Kids Portugal, que virou todas as cadeiras nas provas cegas do The Voice Kids ao encantar os júris com uma versão magnifica de Bohemian Rhapsody, na semana passada passou na sua primeira gala, após ter vencido anteriormente a batalha de equipas.


No próximo Domingo a pequena grande Lívia estará de regresso ao The Voice Kids Portugal, para mais emissão em directo, pelo meio deu uma entrevista à Revista Trimestral Vida Ribatejana, conduzida brilhantemente pelo grande fã dos Queen Joel Balsinha, e ainda com uma pergunta especial do Grupo Queen Sempre.


Passamos assim a republicar essa entrevista devido à importância que acreditamos ter, agradecendo especialmente à Revista Trimestral Vida Ribatejana e ao Joel Balsinha.

Nome: Lívia Barros Idade: 14 anos Ocupação: Estudante na Soeiro Pereira Gomes e no Atneu Vilafranquense Hobbies: Tocar piano, cantar, desenhar e ouvir música Projeto: Estudar canto individualmente, continuar com piano e aprender outros instrumentos como Guitarra Eléctrica Residência: União de Freguesias de Alhandra, S. João dos Montes e Calhandriz faz seis anos

A adolescente, estudante da Escola Soeiro Pereira Gomes e moradora na União de Freguesias de Alhandra, São João dos Montes e Calhandriz, que divertiu-se em cima de palco do "The Voice Kids", transmitido pela RTP 1 aos domingos à noite, cresceu no Recife, no Brasil de onde partiu faz seis anos com destino a Portugal com os seus pais e irmã por questões de insegurança, sonha em ser cantora, gosta de música como a sua família, que se encontra distante e separada pelo oceano Atlântico, mas não esquece os tios e sente muito a falta dos seus avós. Vida Ribatejana - Foi a primeira vez que participou num programa musical?

Lívia Barros - Participei pela primeira vez. Apresentei-me diante muitas pessoas num programa como este do "The Voice Kids". Sempre sonhei. Senti-me muito envergonhada. VR - Quando decidiu participar no programa?

LB - Não fui eu que decidi. Foram os meus pais que inscreveram-me no programa. Eu não fazia ideia que as inscrições estavam abertas. VR - Como foi a preparação? LB - Foi tudo espontâneo. Eu não tenho aulas de canto particular. Tenho coro juvenil, mas não é a mesma coisa que uma preparação de alguém profissional. Eu treino em casa com os meus pais que me ensinam. VR - Como correu a prova cega? LB - Correu bem. Eu não me senti muito nervosa. Eu me diverti em cima do palco a tocar piano. Mesmo ouvindo a plateia com muita gente a gritar, a chamar o meu nome e os botões a serem apertados e o barulho, tentei concentrar-me nesse momento. Não sei explicar esta sensação. É uma boa experiência. Não vou esquecer-me. Fiz muitos amigos, que não considero concorrentes, durante as apresentações e no guarda-roupa. Criei amizades com quem converso diariamente. VR - O motivo da escolha do mentor? LB - Desde que cheguei aqui a Portugal faz seis anos que tanto eu como os meus pais gostamos de uma banda chamada Amor Electro. Desde então, nós ficamos fãs da Marisa. Eu me identifico com o estilo de voz e o cantar dela. Na hora confesso que senti um pouco de indecisão entre a Marisa Liz e Carolina Deslandes. Segui o meu coração. Sinto que fiz a escolha certa! VR - Quais as reações de familiares e colegas de escola após a sua atuação em palco? LB - Mandaram-me imensas mensagens. É muito importante para mim não só por serem os amigos da escola. Também existiram outras pessoas de lá que não sabiam que cantava. Eu nunca recebi mensagens além da minha família e dos meus amigos. Tive o apoio da minha família. É uma experiência nova que vou ter de me habituar e que ao mesmo tempo gosto. Sei que vou receber mensagens tanto positivas como negativas. Tenho consciência disso. VR - Como nasceu o gosto para a música? LB - Os meus pais não influenciaram muito. Da parte da família do meu pai tocam violão. O meu pai toca guitarra. Eu cantava com a minha mãe. Nós frequentávamos uma igreja no Brasil. Eu nasci e cresci vendo os meus pais a tocar, cantar e as escutar músicas bem como os outros familiares. Eu ouvi e acabei influenciada a cantar e a tocar. VR - Quando cresceres queres ser cantora profissional? LB - Sim gostava de ser cantora profissional. Eu além disso gostava de ensinar música. Vou pensar até lá como será o melhor caminho. VR - Qual foi a sensação das cadeiras virarem? LB - Eu estava muito concentrada no piano. Estava feliz. Comecei a sorrir quando a Carolina Deslandes voltou. Percebi que era a última cadeira. Estava nervosa. Senti-me realmente muito feliz. Não sei muito bem como explicar.

VR - Ficou intimidada? LB - Como não estava habituada a ver tantas pessoas, o fato de pisar aquele palco e com tantos olhares não fiquei intimidada, só um pouco nervosa. VR - O que foi dito pelo júri? LB - Acho que o que a Marisa e os outros mentores disseram foi muito importante para mim. Eu ouvi elogios dos mentores que são pessoas já famosas com experiência. Foi algo muito importante para mim porque só costumava ouvir comentários de amigos e famílias e não de profissionais. VR - Qual o seu ídolo musical? LB - O meu ídolo musical é Freddie Mercury e a portuguesa é a Marisa Liz. VR - Porque optou pela canção “Bohemian Rhapsody” de Queen na Prova Cega? LB - Desde que estava na barriga da minha mãe que ouvia Queen. A minha mãe ouvia música de Queen durante toda a sua infância através dos seus irmãos. Eu tive influência dos meus pais. Os meus tios são muito fãs. Quem é fã nunca deixa de ser. Eu vi em 2018 ou 2019, não me lembro bem, o filme Bohemian Rhapsody com os meus avós paternos. Após vê-lo fiquei com muita curiosidade para pesquisar e ouvir músicas sobre Queen. Até ao dia de hoje escuto. Eu tenho álbuns, camisolas e bonecos de coleção. VR - Que músicas gosta de Queen? LB - Gosto de todas as músicas do Queen. Não tenho como escolher uma música apenas. Eu canto imenso com a minha mãe, as mais antigas e até aquelas que muitas pessoas não conhecem, para além de Bohemian Rhapsody, Somebody to Love, Dont´t Stop Me Now e We Are the Champions. Eu escuto as que a minha mãe mais recomenda. Sinto que sou mesmo super fã.

Eu fiquei muito entusiasmada quando descobri que os meus avós paternos estiveram no primeiro Rock In Rio ainda com Freddie Mercury vivo. Eu quando soube desta história, em que eles conheceram Freddie Mercury, fiquei mais entusiasmada. A minha tia tem um autógrafo do Brian May. Os meus pais também foram ao Rock In Rio em Portugal e estiveram mesmo pertinho dele. VR - Que sugestão deixa para quem queira participar no programa "The Voice Kids"? LB - É muito difícil chegar naquele palco porque foram várias crianças no casting. Ser escolhido entre as pessoas é importante. Não é só estar no "The Voice Kids" e pensar que se vai ficar famosa, mas viver aquela experiência, fazer música no palco e divertir. Se não passar a etapa, não passou e viveu aquele momento. Se continuar ótimo. É bom para as crianças porque ainda temos um futuro imenso pela frente. O fato só de guardar a participação na memória é ótimo. VR - Que aspirações tem no programa? LB - Eu quero dar o meu máximo, divertir-me e fico satisfeita até onde chegar, no programa. Se chegar à final, ótimo se não tudo o que já passei foi maravilhoso. Pergunta realizada a pedido do Grupo Queen Sempre

«Que sonho tem em relação a Queen? LB - "Gostaria muito de um dia poder ir a um show com Brian May, Adam Lam e Roger Taylor. É um dos sonhos que pretendo realizar e até receber um autógrafo deles. Gostava de estar lá mesmo a assistir ao espetáculo com os meus pais, a cantar as minhas músicas preferidas e sentir aquele ambiente com imensa gente. Vejo fotos, vídeos e tenho álbuns com live de Queen".»