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Queen The Greatest Live | EP 17: Set List


'Queen The Greatest Live' – A série The Greatest regressa com uma celebração de um ano dos Queen ao vivo.


Eis a nova série dos Queen - Queen The Greatest Live - que durante 50 semanas irá entrar nos bastidores para revelar o que é necessário para criar um espectáculo da banda. A série irá incluir momentos de performances icónicas dos Queen e, acima de tudo, demonstrar a razão pela qual são considerados o derradeiro espetáculo ao vivo.


Quando se trata de criar um espectáculo ao vivo, nada pode ser mais importante que a escolha das músicas a ser incluídas. Ao longo dos anos, os Queen criaram uma poderosa fórmula para ter a certeza que qualquer pessoa que fosse aos seus concertos iria ter uma experiência inesquecível. Neste episódio, Brian May e Roger Taylor revelam os segredos por detrás dessa importante set list.


"Entra em grande, dá-lhes o que têm estado à espera." - Brian May


"Penso que gostamos de mandar o nosso público para casa a sentir que tiveram uma experiência real..." - Roger Taylor


Em episódios recentes do Queen The Greatest Live, ficámos a saber da filosofia da banda em começar os concertos em grande. Esta semana, em novas entrevistas exclusivas com Brian May e Roger Taylor, descobrimos como uma set list bem estruturada pode construir a atmosfera do concerto e mudá-la, tomando os fãs de assalto até à última nota de We Are The Champions.


Brian disse: "As set lists são um caso muito interessante. Tens todas estas músicas e assim e qual é a melhor maneira de as mostrar à audiência? Entras lá e vais trabalhando aleatoriamente até chegares a esse ponto e é assim que todos começam. Mas não seria bom se pudesses levar o público numa viagem e otimizar o ambiente do que está a acontecer?"


"A questão é, queres parar antes deles quererem que pares, queres estar um pouco à frente da jogada e nós desenvolvemos este tipo de formato para o espectáculo que é basicamente entrar em grande. Quer dizer, há variações disto, mas o formato era geralmente, entrar em grande, dar-lhes o que eles têm estado à espera."

"Eles estão cheios de adrenalina. Eles querem curtir à grande mesmo. Então as primeiras duas ou três músicas têm de ser em grande de maneiras diferentes, tempos diferentes, diferentes tipos de atmosferas, mas tudo Hard Rock."


Roger Taylor: "Realmente tentas causar um impacto com os visuais da primeira música e realmente quase que um ataque auditivo. E depois tentas espaçar os temas de forma inteligente, mas realmente queres bang, bang, bang, bang no início do concerto."


"E depois o espectáculo pode continuar com o seu percurso normal e serpentear por todo o lado com diferentes estilos de música, e depois tens tipo o hiato, um momento mais calmo, que é normalmente do Brian, ele é muito bom a fazer isso. Ele tem apenas uma guitarra acústica no início. Fazemos algo no nosso palco B, que é mesmo em frente ao público, que tem um contacto mais próximo, sabes, e mais íntimo."


Os fãs de longa data irão recordar carinhosamente os sets acústicos de Brian e Freddie Mercury, que tomavam estádios inteiros na palma das suas mãos com temas profundos como Is This The World We Created e Love Of My Life.


Brian May: "Não sei se já alguém o fez da maneira como o fazemos, mas realmente levamo-los para baixo porque abandonamos todo o entusiasmo e todos os efeitos dramáticos e assim."


"Eu vou, nesse momento, normalmente sou eu que vou. Vou, e apenas tenho a guitarra acústica. Estou mesmo no centro do auditório e estou como que despido. Não há mais nada a acontecer, exceto eu a tentar aproximar-me do público. Isso é o mais baixo a que chegamos em termos de energia e efeitos dramáticos, suponho."


Roger Taylor: “Então seria apenas esse momento e esperamos que seja emocionante de uma forma diferente. E depois voltamos ao palco principal para a grande subida até ao fim do concerto, que tem vários grandes números musicais, sabes, os grandes e espetaculares números musicais.”


Brian May: "E nesse momento temos tipo a The Show Must Go On, Radio Ga Ga, We Will Rock You, We Are The Champions. E não há como errar com essas porque estas a criar cada vez mais o ambiente e estas a dar às pessoas basicamente o que elas vieram para ver."


Roger Taylor: "É como se tivessem sido feitas para isso, mas não foram. Mas essa foi apenas a maneira como tem resultado ao longo dos anos. Penso que gostamos de mandar o nosso público para casa a sentir que tiveram uma experiência real."



Proxima Semana: Queen The Greatest Live | EP 18: Opening Magic



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